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Elite | Crítica

  • 10 de out. de 2018
  • 1 min de leitura

A nova série da Netflix trás em sua composição, suspense e drama na medida certa.

Diferente de muitos produtos originais do serviço de streaming, Elite teve uma divulgação pesada on e off-line, gerando muita curiosidade.

A trama conta a história de três alunos da escola pública, que após um desabamento ganharam uma bolsa de estudos para o colégio Las Ensinas. A diferença social entre estes alunos e os veteranos do colégio geram diversos desentendimentos.

Em meio às descobertas, um assassinato acontece e a trama muda. A história está sendo contada entre o passado e presente pois o assassinato já aconteceu e a história tenta te fazer descobrir, com os fatos apresentados, quem é o culpado. A forma como a história é contada, lembra muito a narrativa de How To Get Away With Murder.

Em seu período de divulgação, a série foi comparada como uma versão da produção mexicana, Rebeldes. Em alguns pontos, elas de fato se assemelham, nos uniformes e nos dramas adolescentes, porém, no lugar da música temos muitas cenas de sexo.

A trama é bem atual e explora a diversidade tendo uma atriz muçulmana em seu elenco principal e aborda temas como a sexualidade dos estudantes, uso de drogas, aborto, HIV e a diferença entre as classes sociais e religiões.

Elite agrada muito, exceto por alguns pontos que a trama deixa a desejar, o roteiro inicia algumas subtramas que são deixados de lado, dando espaço para o tema principal que é o assassinato. A série conclui alguns dos arcos principais em sua primeira temporada, deixando um pequeno gancho para uma futura continuação.


 
 
 

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